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O dia seguinte foi assustador para mim, eu não sabia como agir, não sabia o que tinha acontecido na noite anterior e muito menos como estaria a cabeça do meu filho... então fui pedir ajuda ao meu namorado, sempre sábio e ponderado, me disse: - Vá até o quarto dele e procure a cueca que ele estava usando ontem, vamos ver o que tem nela. E assim o fiz, fui até o quarto dele e procurei a tal cueca do dia anterior... Quando a encontrei enrolada numa calça jeans, quase morri de tesão. Ela estava grudada, melada, cheirando a porra
velha... Sempre lavei as cuecas dele, mas nunca tinha visto uma cueca do meu filho desse jeito, gozada e escondida...Na verdade, uma vez peguei uma camiseta dele cheia de porra, mas cueca, nunca.
Num impulso coloquei-a na boca... e fui chupando tudo! Sentia o gosto, o gosto do meu filho, sentia a porra dele na minha língua. Eu sabia que tinha sido dedicada a mim, era a mesma que ele tinha usado na noite anterior...com certeza saiu do quarto e gozou pensando na minha bunda, eu esfregava a porra dele na minha buceta e pensava: Sua vadia! Cadela que adora o cheiro do pau do próprio filho! Pensava isso enquanto enfiava os dedos na minha buceta e esfregava meu grelo cheia de tesão. Vai vadia, goza sua putinha, goza na porra do teu próprio filho sua vadiazinha. Você não vale nada mesmo! Minha mente estava perdida, eu esfregava meu grelo, enfiava dois dedos bem fundos, alisava meu cuzinho, chupava meus dedos , que tesão alucinante eu estava experimentando, Ahhhhhhhhh, não aguentei mais e gozei.... gemi gostoso com o dedo enfiado na minha buceta...Gozei feito uma puta vadia, uma despudorada que não perdoa um pau, nem que seja o do próprio filho... Eu tremia, o tesão é tão forte e a culpa também... Como eu posso ser tão vadia...É meu filho! Vesti-me para ir ao trabalho, com a cueca dele... fui para o trabalho usando a cueca que meu filho tinha gozado e eu também... Passei o dia todo pensando no tesão daquele momento, me masturbei várias vezes durante o dia e voltei pra casa esperando ansiosa pela noite e novamente, por ele...
Myneirinha Devassa
Excelente conto!
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